terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Destaque Regional 2011

Troféu Odil Peraça Dutra

Recebi ontem (28/01), em Pinheiro Machado-RS, das mãos do Sr. Erival Bertolini, Presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho - MTGRS, o Troféu Odil Peraça Dutra, como Destaque Regional 2011 em Organização de Eventos.
Fomos reconhecidos pelos patrões da 21ª Região Tradicionalista, que votaram a indicação em Encontro de Patrões. Tal indicação referiu-se a organização do XXI Tchêncontro da Juventude Gaúcha e do 45º Aniversário do MTG, que realizamos em Canguçu nos dias 29 e 30 de Outubro de 2011.
Na verdade apenas lideramos a organização como Presidente da Comissão Executiva, mas graças ao apoio de vários amigos tradicionalistas, da Prefeitura Municipal, através de várias secretarias, de pessoas anônimas que o evento foi o sucesso que foi, onde recebemos representantes de mais de 200 municipios em Canguçu.
Então compartilho com todos os envolvidos esta distinção que recebi e agradeço aos patrões por esta referência.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Teixeirinha - Memória Nacional

Rádio Rural AM 1120


Elizabeth Teixeira, Betha, filha de Teixeirinha, transmitiu ao vivo de Pelotas o seu programa, durante as comemorações e execução do Projeto Teixeirinha Memória Nacional.





Fui convidado para participar do programa, momento que muito me orgulhou e que pude compartilhar um pouco do apreço que tenho pela obra do Gaúcho Coração do Rio Grande.




O pesquisador da vida e obra de Teixeirinha, Francisco (Chico) Cougo, Mestre em História, está comigo na foto durante a entrevista.





Elizabeth Teixeira, transmite de segunda a sábado o programa "Querência Amada", das 20hrs as 22hrs e aos domingos das 12 hrs as 14hrs, o programa "Estúdio Betha", ambos pela Radio Rural AM 1120, com sintonia inclusive pela internet http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=20414&channel=115 e pela parabólica.


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Lagoa Vermelha - RS

Sua História . . . 
A extensão territorial que constitui o município de Lagoa Vermelha fez parte, primitivamente, do município de Santo Antônio da Patrulha. Este  pertencia à freguesia de Nossa Senhora de Oliveira de Vacaria. Os padres jesuítas espanhóis, advindos de possessões da Espanha no Rio da Prata, foram os primeiros povoadores brancos que ali se estabeleceram. Com a fundação dos sete povos das missões, à margem esquerda do Rio Uruguai, os jesuítas, tendo a colaboração dos indígenas, introduziram a criação de gado, que além de outros municípios, alcançou também o de Lagoa Vermelha. Entretanto, em fase da conquista dos povos das missões, em 1801, os habitantes locais se viram, de um momento para outro sem a assistência de seus protetores, e o gado que tratavam passou a constituir objeto de cobiça dos bandeirantes e de fazendeiros inescrupulosos das regiões vizinhas.
    No correr do ano de 1844, junto com um pequeno conglomerado de habitações modestas, levantou-se humilde capela, que veio a ser inaugurada a 25 de janeiro do ano seguinte. Com a ereção deste templo católico, dedicado ao apóstolo São Paulo, ficou fundada a povoação de Lagoa Vermelha, situada sobre a linha divisória das águas do Rio Pelotas e afluentes do Antas.
    Quando a Lei provincial nº. 185 de 22 de outubro de 1850, criou o município de Vacaria, Lagoa Vermelha passou a fazer parte de deste novo município. Entretanto, uma outra Lei provincial de nº. 1.018, datada em 11 de abril de 1876, inverteu esta ordem de coisas. Lagoa Vermelha foi elevada à categoria de município e o território de Vacaria não mais município, passou a integrar a comuna de Lagoa Vermelha.
O fato, por si, despertou certa rivalidade entre as populações de Vacaria e Lagoa Vermelha, e a reação dos habitantes de Vacaria, repercutindo junto do governo da província, culminaram com a promulgação da Lei de 1º de abril de 1878, que restaurava o município de Vacaria e suprimia o de Lagoa Vermelha, apesar disso, Lagoa Vermelha começava a dar mostras de progresso e desenvolvimento efetivo, no que diz respeito à produção agropecuária. Lagoa Vermelha, foi novamente restaurado como município, pela Lei nº. 1.309, de 10 de maio de 1881. E, em 26 de janeiro de 1883, veio a ser solene e definitivamente instalado, com uma extensão territorial, que se delimitava pelo Rio das Antas e Pelotas. Todo o seu território afora, então, desmembrado do município de Vacaria.
Já na fase republicana, a partir de 15 de abril de 1890, por nomeação do Presidente do Estado, exerceram as funções de Intendentes Municipais os senhores. José Muliterno, Jorge Guilherme Moojen e Napoleão César Bueno. Em 26 de outubro de 1891, foi levada a efeito a 1º eleição municipal para a composição da  Câmara Legislativa, na qual foram eleitos os senhores. Cândido Dias de Carvalho, como Presidente, Zeferino Sales de Bitencourt, como secretário, Afonso Crispim Dias, João Lúcio Nunes, Francisco Gentil e Luiz Alves de Souza Marques. A esta Câmara coube a elaboração da 1º Lei Orgânica do município, promulgada a 4 de setembro de 1892.
Igreja Matriz São Paulo Apóstolo
    O município de Lagoa Vermelha oferece um registro de acontecimentos memoráveis ligados às perturbações políticas e revolucionárias, que abalaram o estado, a partir da última década do século XIX. Como é sabido no ano de 1893. O Dr. Gaspar da Silveira Martins, à frente do partido federalista, sustentava uma luta tenaz contra a situação dominante do Estado. Os chefes federalistas, simultaneamente com o manifesto de 15 de março, vinham invadir o Estado, pela serra de asseguá. A coluna de Gomercindo Saraiva, composta de um efetivo de cerca de 6.000 homens, depois de vários combates tomavam a direção de Lagoa Vermelha. Nesta vila, havia sido organizado, às presas, um corpo provisório, sob a orientação do independente coronel Heleodoro de Morais Branco. Na localidade, o valente capitão Antônio Chachá Pereira já contava com um pequeno, contingente do exército, compreendendo apenas 300 homens de infantaria.Num verdadeiro lance de heroísmo e audácia, logo que teve conhecimento da aproximação de Gomercindo Saraiva, o valoroso capitão Chachá, com seu pequeno grupo, decide interceptar a marcha das tropas inimigas, em defesa da vila. Nas proximidades da serra do Mato português, estoura a célebre encontro entre 300 homens de infantaria e 6.000 homens de cavalaria. Gomercindo Saraiva, em face de tão grande superioridade numérica, consegue finalmente ocupar a vila. Mas, só o fez, depois de haver enfrentado uma das mais sérias resistências de sua jornada, contra uma reduzida coluna de homens denodados, que não consegui eliminar.
    Não demoraria muito, Lagoa Vermelha voltaria a viver dias de heroísmo, de sangue e de bravura indômita. Em 1º de novembro daquele mesmo ano a vila foi totalmente envolvida pelas forças federalistas, comandada pelos coronéis Córdova Passos, Manduca Gregório, José Chicuta e outros.
    A população toda se mobilizou, com os recursos de que dispunha, para resistir a todo custo. O adversário contava com mais de 900 homens, e os defensores da vila somavam poucos mais de 200. Deu-se o ataque encarniçado, entremeado de lances de emocionante bravura, da parte da população cercada. Os locais, sob o comando do coronel Heleodoro de Morais Branco e sob a assistência do Dr. Manoel André da Rocha, juiz de comarca, resistiram denodadamente à tremenda carga adversa, que se prolongou até o raiar do dia 4 de novembro, quando as forças republicanas provenientes de Vacaria, acudiam para a defesa da vila.
    Durante o ano de 1923, quando das acirradas lutas políticas determinadas pelas sucessivas reeleições do Dr. Antônio Augusto Borges de Medeiros, Lagoa volta a ser palco de acontecimentos memoráveis. Uma coluna revolucionária, sob o comando do general Felipe Nery Portinho, a 5 de março de 1923, vinha ocupar a vila Paim Filho, então 8º distrito de Lagoa Vermelha. Logo que chegou a sede municipal a noticia da ocorrência, a população, num movimento incontrolado de pânico, sob a impressão de que as força revolucionárias para aí se dirigiam, procurou fugir para localidade fora da área de perigo imediato. Somente permaneceu na vila, despreocupados aqueles de que eram partidários da facção "libertadora". Entretanto, o general Portinho tomara caminho diverso. A notícia alarmante havia sido falsa. O governo do Estado, diante dos graves acontecimentos, ordenou a mobilização das forças provisórias nos municípios de Vacaria e Lagoa Vermelha. A 13 de setembro, nas proximidades de Erebango, tratava-se violento encontro entre o 1º corpo da Brigada do Norte, proveniente de Passo Fundo, e as forças do General Portinho. Após esse combate, a coluna revolucionária toma rumos desconhecidos e sugere, ameaçadoramente, contra Lagoa Vermelha, no dia 20 de setembro. A vila, que se encontrava sem a proteção de sua Brigada de quase 3.000 combatentes, foi irremediavelmente ocupada. No dia imediato, no entanto, os revolucionários, depois de efetuarem várias depredações, abandonaram a vila e prosseguiram em direção a Vacaria...
    Situado na região Serrana e percorrida pela coxilha grande, o município de Lagoa Vermelha compreende um território caracteristicamente ondulado, onde predomina os campos de criação, ao lado de bem desenvolvida cultura agrícola.
    Uma lagoa existente nas proximidades da sede municipal, cuja composição de argila da uma coloração avermelhada as suas águas, foi a origem do toponímico que traz o município.
Fonte: - "Torrão Amado" Demétrio Dias de Morais.
        - "O Rio Grande do Sul" Alfredo R. da Costa
          http://www.lagoavermelha-rs.com.br

sábado, 7 de janeiro de 2012

Moção de Louvor

Foto: Assessoria Imprensa Câmara
Recebi no dia 19 de Dezembro de 2011, na Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Vereadores, por indicação do Vereador Presidente Wendel Vilela, Moção de Louvor, pela Organização do XXI Tchêncontro da Juventude Gaúcha e do 45º Aniversário do MTG, que realizamos em Canguçu, no final do Outubro último, onde tive o privilégio de Presidir a Comissão Executiva.
Agradeço a Câmara Municipal pelo reconhecimento deste trabalho que externo a todos os demais integrantes da Comissão e a toda a Comunidade Canguçu que nos ajudou a realizar o mais evento em representatividade que Canguçu realizou em 2011, com aproximadamente 2.500 visitantes de mais de 200 municipios gaúchos. Canguçu foi sede do MTG por dois dias e abrigou o Rio Grande Tradicionalista.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

São Borja - RS - 1

Presidente Getúlio Vargas

Biografia
Getúlio Dornelles Vargas nasceu em 19/4/1882, na cidade de São Borja (RS) e faleceu em 24/8/1954, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Foi o presidente que mais tempo governou o Brasil, durante dois mandatos. Foi presidente do Brasil entre os anos de 1930 a 1945 e de 1951 a 1954. Entre 1937 e 1945 instalou a fase de ditadura, o chamado Estado Novo.
Revolução de 1930 e entrada no poder
Getúlio Vargas assumiu o poder em 1930, após comandar a Revolução de 1930, que derrubou o governo de Washington Luís. Seus quinze anos de governo seguintes caracterizaram-se pelo nacionalismo e populismo. Sob seu governo foi promulgada a Constituição de 1934. Fecha o Congresso Nacional em 1937, instala o Estado Novo e passa a governar com   poderes ditatoriais. Sua forma de governo passa a ser centralizadora e controladora. Criou o DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda) para controlar e censurar manifestações contrárias ao seu governo. Perseguiu opositores políticos, principalmente partidários do comunismo. Enviou Olga Benário, esposa do líder comunista Luis Carlos Prestes, para o governo nazista.
Túmulo da Familia Vargas
Getúlio aqui esteve sepultado por mais de 50 anos
Realizações
Vargas criou a  Justiça do Trabalho (1939) instituiu o salário mínimo, a Consolidação das Leis do Trabalho, também conhecida por CLT. Os direitos trabalhistas também são frutos de seu governo: carteira profissional, semana de trabalho de 48 horas e as férias remuneradas.
GV investiu muito na área de infraestrutura, criando a Companhia Siderúrgica Nacional (1940), a Vale do Rio Doce (1942), e a Hidrelétrica do Vale do São Francisco (1945). Em 1938, criou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Saiu do governo em 1945, após um golpe militar.
O Segundo Mandato
Em 1950, Vargas voltou ao poder através de eleições democráticas. Neste governo continuou com uma política nacionalista. Criou a campanha do "Petróleo é Nosso" que resultaria na criação da Petrobrás.
O suicídio de Vargas
Em agosto de 1954, Vargas suicidou-se no Palácio do Catete com um tiro no peito. Deixou uma carta testamento com uma frase que entrou para a história: "Deixo a vida para entrar na História."  Até hoje o suicídio de Vargas gera polêmicas. O que sabemos é que seus últimos dias de governo foram marcados por forte pressão política por parte da imprensa e dos militares. A situação econômica do país não era positiva o que gerava muito descontentamento entre a população.
Mausóleu de Getúlio Vargas
Praça Central de São Borja - R S

Conclusão
Embora tenha sido um ditador e governado com medidas controladoras e populistas, Vargas foi um presidente marcado pelo investimento no Brasil. Além de criar obras de infra-estrutura e desenvolver o parque industrial brasileiro, tomou medidas favoráveis aos trabalhadores. Foi na área do trabalho que deixou sua marca registrada. Sua política econômica gerou empregos no Brasil e suas medidas na área do trabalho favoreceram os trabalhadores brasileiros.
Carreira Política de Getúlio Vargas:
- 1909 - eleito Deputado Estadual no Rio Grande do Sul
- 1913 - reeleito Deputado Estadual (renunciou no mesmo ano)
- 1917 - retornou à Assembléia Legislativa
- 1919 e 1921 - reeleito Deputado Estadual
- 1924 a 1926 - Deputado Federal
- 1926 a 1927 - Ministro da Fazenda
- 1928 a 1930 - Governador do Rio Grande do Sul
- 1930 a 1945 - Presidente do Brasil
- 1951 a 1954 - Presidente do Brasil

domingo, 13 de novembro de 2011

PEJUÇARA - RS

Conhecendo Pejuçara . . .


Aproximadamente no ano de 1900, inicou-se a colonização da área onde hoje está localizado o município de Pejuçara. De origem indígena, o nome significando "ventania", "terra da paz", amizade e boa comida".
 O ar provinciano desta bela colônica italiana que nasceu em 1899, está na religiosidade e simpatia de sua gente. Um lugar onde as pessoas são simples e sabem receber com carinho quem os visita. O baixo índice de criminalidade tornou esta terra conhecida em todo o Brasil, pelo slogan de "Terra da Paz". Em Pejuçara, a paz e a fraternidade estão vivas nas relações das pessoas.
 Seu primeiro nome foi Colônia Visconde de Rio Branco, que virou distrito de Cruz Alta. Em 1938, sua denominação foi alterada para apenas Rio Branco. Outra versão diz que Pejuçara, palavra indígena que significa "Caminho das Palmeiras ou dos Palmitos".
 A primeira presença das famílias de imigrantes italianos, vindo em sua maioria das Colônias Velhas, situadas no Vale do Jacuí e na região da Serra do Nordeste. Alguns aqui chegaram através do tradicional curso migratório, vindos diretamente da Itália.
 O colono fazia um pequeno desmatamento e utilizava ferramentas manuais, contando apenas com a mão-de-obra familiar para erguer um abrigo e limpar a área de lavoura. 
Neste lento processo, muitos homens acabaram recebendo pouco pela produção agrícola (excedente de milho), e foram trabalhar na construção de ferrovias onde a mão-de-obra era melhor remunerada. A colônia sempre cultivou produtos de subsistência que, na relação de troca por manufaturados tinham pouca valorização.



Localiza-se a uma latitude 28 2524 sul e a uma longitude 53 39 21  oeste, estando a uma altitude de 449 metros. Sua população estimada em 2006 era de 4 300 habitantes. Possui uma área de 414,78 km.




domingo, 23 de outubro de 2011

ERECHIM - RS


Prefeitura Municipal de Erechim

Arquitetura clássica de um palácio renascentista, com colunas quase jônicas, balaústres torneados, janelas retangulares, sacadas, janelas em arco que lembram o Renascimento. Prédio construído entre 1929 e 1932, também, internamente conserva suas características em portas, escadarias, floreiras, corrimões e piso.
Uma obra majestosa entre o conjunto de prédios que cercam a Praça da Bandeira, abrigando o Governo Municipal desde sua conclusão. O andar térreo ostenta grades de ferro, tendo funcionado como “cadeia”, a partir de 1932, por alguns anos.


Praça da Bandeira

Construída em 1953, é o ponto central de onde partem dez avenidas: Av. Sete de Setembro, Av. Maurício Cardoso, Av. Uruguai, Av. Salgado Filho, Av. Amintas Maciel, Av. Comandante Kraemer, Av. Tiradentes, Av. XV de Novembro, Av. Pedro Pinto de Souza, Av. Presidente Vargas.  Carlos Torres Gonçalves, ao realizar o traçado da cidade, a denominou “o Coração da Cidade”. Situam-se nela: o mosaico retratando a colonização, com desenho original do Arquiteto Francisco Riopardense de Macedo; o mastro de 35 m com a Bandeira Brasileira de 14 panos, o busto do Presidente Getúlio Vargas com a Carta Testamento, a pira da Pátria e, o mais destacado elemento, o chafariz, em estilo italiano. No seu entorno encontram-se quatro grandes árvores, em canteiros laterais, que compõem um quadro de rara beleza com a praça e os prédios: Prefeitura Municipal, Castelinho, Catedral São José, antigo Fórum e o Instituto Anglicano Barão do Rio Branco.
O mosaico, em petit pavê, homenageia os primeiros colonos que ajudaram a desbravar estas terras. Vestuário e ferramenta, arado e bois, colinas e pinheiros, a imagem retrata a saga e a esperança desta gente.


No centro da cidade, na Praça da Bandeira, podemos encontrar o busto e a Carta Testamento de Getúlio Vargas, inaugurados em 1955;

sábado, 15 de outubro de 2011

Ernesto Alves - RS

Gruta Nossa Senhora de Fátima


Ernesto Alves é um distrito do município brasileiro de Santiago, no estado do Rio Grande do Sul. Foi criado pelo governo federal em 1890 para receber colonos europeus, principalmente italianos. Nessa colônia também houve o assentamento de minorias alemãs, austro-húngaras e polonesas.
Hoje o distrito tem como principais atrativos a praia do Rio Rosário; a festa de Nossa Senhora da Assunção (15 de agosto); e o Sai da Toca, onde acontecem jogos, feiras de artesanato, venda de doces etc. Também é um ótimo local para praticar rapel e percorrer trilhas ecológicas.


A gruta possui aproximadamente 60 metros de extensão por 40 metros de altura, abrigando um santuário com a imagem de Nossa Senhora de Fátima, acompanhada de três estátuas menores. Localizada na margem direita do rio Rosário, no distrito de Ernesto Alves, com acesso pela BR 287, Km 270.


Acendimento da Chama Crioula 2011

PIRATINI  - RS em 09/09/2011


sábado, 6 de agosto de 2011

SÃO MIGUEL DAS MISSÕES - RS

Pórtico de Entrada 
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O Pórtico de São Miguel das Missões é um ato de homenagem ao povo guarani, aos jesuítas e a todos que participaram do processo de colonização de formação de uma cultura nobre e única, que é a cultura missioneira. Localizado a 16 km da sede do Município, o pórtico possui esculturas que representam São Miguel Arcanjo, Pe. Jesuíta e o Cacique Sepé Tiarajú – A frase dita por Sepé Tiarajú na Guerra Guaranítica esta escrita em guarani – CO YVY OGUERECO YARA (Esta terra tem dono). Foi inaugurado em 2001.


Janeiro de 2 0 1 0
Novembro de  2 0 1 0
Fonte: http://www.camarasaomiguel.rs.gov.br/index.php?main=turismo
 http://www.youtube.com/watch?v=CPhxzKRh3oU
http://www.youtube.com/watch?v=Ejv55opbZtE&feature=related

quinta-feira, 28 de julho de 2011

São Pedro do Sul - RS

 

História

Pórtico de Entrada
A formação da cidade data de 1866, quando Crescêncio José Pereira doou 14 hectares de terra para edificação de uma capela e distribuiu gratuitamente terrenos para quem quisesse aqui residir. Até o ano de 1926 pertenceu à Santa Maria, e a 22 de março de 1926 conseguiu sua emancipação político/administrativa, através do decreto Estadual nº. 3624. Teve ao longo de sua história vários nomes: "São Pedro do Rincão", "Rincão de São Pedro", "São Pedro" e finalmente "São Pedro do Sul".

Geografia

Localiza-se a uma latitude 29º37'14" sul e a uma longitude 54º10'44" oeste, estando a uma altitude de 173 metros.
Possui uma área de 873,592 km² e sua população em 2010 era de 16.371 habitantes.
Fica a 38 km de Santa Maria e a 358 km da capital, Porto Alegre, com acesso pela BR-287.
Aniversário: 22 de março
Fundação: 22 de março de 1926
Gentílico: são-pedrense
Lema: Cidade que Seduz
Mesorregião: Centro Ocidental Rio-grandense IBGE/2008
Microrregião: Santa Maria IBGE/2008
Municípios limítrofes: Santa Maria, São Martinho da Serra, Toropi, Mata, São Vicente do Sul, Quevedos e Dilermando de Aguiar.
Densidade: 18,74 hab./km².
Altitude: 173 m
Clima: subtropical
 
Etnias: a etnia que predomina é a alemã. A população conserva consideravelmente os hábitos e costumes de seus ascendentes, ficando em segundo lugar a etnia italiana.
Religião: a religião predominante entre a população é a católica romana, seguida por numerosos protestantes, principalmente do ramo pentecostal, destacando-se a igreja assembléia de deus, igreja do evangelho quadrangular, entre outras.
Paleontologia: destaca-se por possuir a maior reserva de fósseis vegetais do planeta. Fósseis de madeiras petrificadas de mais de 200 milhões de anos. No local também foram encontrados 12 fósseis de dinossauros e, entre eles, o stahleckeria potens, considerado o maior e mais importante réptil até hoje encontrado na américa do sul. Todos estão expostos atualmente no museu da universidade de tübingen - alemanha.
A cidade tem dado grandes contribuições para a paleontologia mundial. O sítio paleontológico chiniquá está localizado à 20 km da cidade. Possui muitos parques e museus de paleontologia. Possui o museu paleontológico e arqueológico walter ilha com fósseis do geoparque da paleorrota.
Na localidade da pedra grande, há aproximadamente 10km da cidade, encontram-se inscrições rupestres que remontam a 1000 anos antes de cristo.

Dia da paleorrota: nos dias 21 e 22 de maio de 2011, foi realizado o primeiro dia da paleorrota, onde os museus de paleontologia da grande porto alegre, candelária, santa maria, são pedro do sul e mata, abriram suas portas para a visita de turistas. O dia da paleorrota deverá ocorrer todo ano no mês de maio durante a semana nacional do museu. Nesta mesma semana, no dia 17 de maio, é o aniversario da cidade de santa maria. 

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Pedro_do_Sul_%28Rio_Grande_do_Sul%29

quarta-feira, 27 de julho de 2011

ANDRÉ DA ROCHA - RS

André da Rocha é o divisor da Serra Gaúcha com os Campos de Cima da Serra. Suas coordenadas geográficas são: 28 37’ 50” de latitude Sul e 51 34’ 18” de longitude.
Relevo: Apresenta um relevo de Planalto em que predominam as coxilhas levemente onduladas em sua maior parte, com uma pequena área mais acidentada próxima ao Rio Turvo. A altitude média está na faixa dos 800 metros em relação ao nível do mar.
Clima: Clima temperado com as quatro estações bem definidas, invernos rigorosos e verões amenos.
Hidrografia: O rio mais importante é o Turvo, afluente do Rio das Antas. O município é banhado por mais dois rios: o da Prata e o Chimarrão.
Vegetação:  As matas nativas são repletas de araçás, camboins, canelas, camboatás, pitangueiras, cerejeiras, sendo que os pinheiros sobressaem soberanos em toda a região.
População: Um dos municípios de menor população do Estado. 1266 habitantes, segundo o IBGE 2007, sendo distribuídos 33,6% na zona urbana e 66,4% na zona rural.

História
Por volta de 1700, os primeiros jesuítas espanhóis chegaram à região e encontraram somente índios, conhecidos pelo nome genérico de Caigangues ou Coroados. As primeiras tentativas de adentramento do território tinham como objetivo a caça ao gado e a dilatação de fronteiras. O povoamento aconteceu no ano de 1840, com a chegada do primeiro proprietário da Fazenda do Prata, Bernardo Fialho de Vargas, natural de Taquari. A Fazenda do Prata limitava-se com a Fazenda São João, de João Mariano Pimentel, poderoso tropeiro paulista.  
 
Bernardo de Vargas vendeu a Fazenda do Prata ao lagunense Manoel Pereira Vieira, que veio a falecer com 51 anos em maio de 1902. Neste período a Fazenda passou a denominar-se Fazenda dos Vieiras. Outros pioneiros foram Joaquim Antonio Fernandes e João de Souza Dias, que foi o primeiro proprietário da Fazenda São Crispim, localizada no Chimarrão.
O distrito de André da Rocha, na época, pertencia a Lagoa Vermelha e foi criado pela lei número 32 de 08 de novembro de 1904 e contava, nesta data, com oito habitações e uma Capela. Os primeiros sintomas de progresso da Vila surgiram com a fundação de uma fábrica de laticínios o que deu margem para que a Vila fosse conhecida por muito tempo como “Fábrica”. Em 1905, foi instalado o Cartório de Registro Civil, tendo como primeiro titular Renato D’Avila. Em 1918, surgiu o primeiro estabelecimento comercial de propriedade de João Crispim Dias em sociedade com Amantino Vieira Hoffmann. Mais tarde, esse estabelecimento foi adquirido por Tarquínio Calliari. O primeiro médico também se estabeleceu na comunidade nessa época, Miguel Ângelo de Pata. O primeiro Juiz da Comarca de Lagoa Vermelha, Manoel André da Rocha, foi quem criou o Distrito, que em sua homenagem levou o nome de André da Rocha. Mais tarde, nomeado Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, chegando à Presidência do mesmo. Ainda foi o primeiro Reitor e Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, criando a faculdade de Direito.
Por ter o menor colégio eleitoral do Estado e uma vasta área territorial, com sua maior parte da população situada na zona rural, André da Rocha, por esta peculiaridade própria adotou o slogam “O Pequeno Grande Pago”.
O município emancipou-se em 12 de maio de 1988, segundo a Lei número 8.629 do município mãe Lagoa Vermelha.

sábado, 16 de julho de 2011

Pelas Estradas do Rio Grande - 1

Pejuçara é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Localiza-se a uma latitude 28º25'24" sul e a uma longitude 53º39'21" oeste, estando a uma altitude de 449 metros. Sua população é de 3.973 habitantes. Possui uma área de 414,78 km²
http://www.pejucara.rs.gov.br

Panambi é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Localiza-se a uma latitude 28º 17' 33" sul e a uma longitude 53º 30' 06" oeste, estando a uma altitude de 480 metros. Sua população estimada em 2010 era de 38.068 habitantes. Possui uma área de 491,48 km².
http://pt.wikipedia.org/wiki/Panambi

quinta-feira, 14 de julho de 2011

PORTO ALEGRE - RS

Igreja Nossa Senhora das Dores

Em 1752, Portugueses vindos dos Açores estabeleceram-se à beira do Guaíba e formaram o primeiro núcleo da futura cidade de Porto Alegre, próximo de onde, mais tarde, construiriam a Igreja Nossa Senhora das Dores. Membros da irmandade devota a Nossa Senhora das Dores rezavam missas na Igreja Matriz, atual Catedral Metropolitana, até 1807, quando resolveram construir o seu próprio templo, lançando a pedra fundamental em um terreno entre as ruas do Cotovelo e da Praia, às margens do Guaíba. No início, esmolas eram levantadas pela comunidade local para construir e decorar a igreja.
Em 1813, inaugurada a Capela-Mor, foi realizado o translado da imagem de Nossa Senhora das Dores; a partir de então, as energias e esmolas se voltaram para a construção do interior da igreja.
No período inicial da construção, um negro forro conhecido como preto José, era o responsável pelas medidas da obra, levando a crer que escravos participaram da construção da igreja, embora em minoria se comparados aos operários contratados.
Porto Alegre, capital da província que foi palco de inúmeros conflitos, passou por períodos nos quais careceu de verbas para investir na cidade, quando nem mesmo para esmola havia dinheiro circulando. A Igreja das Dores, mesmo com as obras paralizadas, permaneceu com suas portas abertas.
Em 1857, com a cidade entrando em um novo período de crescimento, foi retomada a construção da Igreja, com espaço para um hospital, que atenderia os membros necessitados da Ordem. Provavelmente por falta de verbas, esse espaço nunca foi utilizado. O governo da Província chegou a solicitar à Irmandade, em 1865, que os enfermos da guerra contra o Paraguai fossem tratados ali, porém não foram encontradas notícias sobre o uso do espaço do hospital pelos soldados feridos.
Na década de 1860, foi colocado o madeiramento do telhado e a abóbada da nave sob a coordenação do Mestre João Couto e Silva. Em 1866, após a pintura do teto, realizada pelo artista Germano Traub, o corpo da igreja foi inaugurado. Nos anos seguintes, foi construída a escadaria para a Rua da Praia.
No início do século XX, Porto Alegre contava com arquitetos e engenheiros de origem germânica,  e o ecletismo em voga na Alemanha, foi apresentado e aprovado pela Irmandade para o projeto da igreja, sob a responsabilidade do arquiteto Julio Weise. A construção seguiu até 1903 quando a igreja foi, finalmente, inaugurada, apresentando corpo em estilo colonial português com fachada eclética: frontispício e altas torres, ornamentados com esculturas em gesso.
Em 1938, a pedido da comunidade, A Igreja Nossa Senhora das Dores foi tombada pelo IPHAN  Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional por seu valor artístico e arquitetônico, na categoria de Sítio Histórico Urbano Nacional.
Está localizada no seguinte endereço:
Rua Riachuelo, 630 - Centro
Porto Alegre - RS, 90010-272

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Caçapava do Sul - RS

Forte D. Pedro II

Em 1848 iniciou-se sua construção e em 1856 parou a obra. O projeto e escolha do local foi do Gal. Francisco José de Souza Soares de Andréa - Barão de Caçapava, então Presidente da Província e Comandante das Armas. A idéia era fortificar a Vila de Caçapava. Localizado na região norte da cidade. As paredes de pedra e cal possuem a largura média de um metro e sua altura varia de 8 a 10 metros conforme sua colocação ao nível do terreno. Possuí a forma de um polígono hexagonal com um volume calculado em 18.824 m 3 .
A finalidade principal da construção do Forte D. Pedro II, era para defender o atual Estado do Rio Grande do Sul de invasores e no caso de um insucesso militar, aqui seria recolhido o exército, fora do alcance da cavalaria inimiga.

Continuando  . . .
José Antônio Pimenta Bueno, assumiu a presidência da Província em Abril de 1850, com severas críticas ao projeto da fortificação em Caçapava, que considerava super-dimensionado. Incumbiu, desse modo, o Engenheiro militar, Capitão José Maria Pereira de Campos, de projetar, levantar planta e fazer orçamento para uma nova fortificação, com orientação para reduzir tudo ao necessário (Julho de 1850). Este oficial apresentou um projeto orçado em 80:789$162 réis, com planta em formato poligonal hexagonal, baluartes pentagonais nos vértices, em pedra bruta, muralhas de 7,75 metros acima dos alicerces, e um perímetro externo de 611,70 metros. Os trabalhos de preparação e risco do terreno foram iniciados ainda em Setembro do mesmo ano, mediante acordo com o proprietário do terreno (Joaquim Lourenço de Brito), sem que houvesse a posse formal do mesmo. A compra do terreno só foi autorizada a 14 de Dezembro de 1850, e formalizada a 7 de Janeiro de 1851, ao custo de 1:155$000 réis (GARRIDO, 1940:151).
Em 1855, as obras do forte na vila de Caçapava prosseguiam, sob a supervisão do agora Major José Maria Pereira de Campos, sob a direção do 1º Tenente Antônio Augusto d'Arruda. A informação da época reporta:
"Esta fortificação consta de um cidadela destinada não só para grande depósito de um exército que tenha que operar no interior da Província, como para recolher e abrigar a povoação da vila e pousar em retirada aonde possam refazer-se fortes no caso de serem perseguidos pelos agressores. Sua construção é de alvenaria de pedra regular, sólida, circundada de um fosso seco e sua linha magistral é um perfeito hexágono de quinhentos e dez palmos de raio, incluindo o fosso, fechado por uma muralha de trinta de altura sobre cinco de alicerces, vinte de grossura, compreendidas as banquetas, terminando em cinco palmos de barrete.
Esta interessante obra, talvez única de seu gênero que existe no Império, contudo não defende completamente a vila, o que só se obterá depois, circunvalando-a em distância e sistema que se julgarem convenientes, podendo-se para esse fim, empregar fossos e obras passageiras destinadas [a esse fim] e recorrendo-se aos demais auxílios de que tanto abunda a arte da guerra.

As obras deste forte foram paralisadas em Dezembro de 1856, ficando por concluir o último baluarte e o último pano de muralha, ambos a norte, na cota mais alta do terreno.

sábado, 11 de junho de 2011

Boa Vista do Cadeado - RS

Um Pouco de História . . .

O processo de ocupação do Distrito de Boa Vista do Cadeado começou em 1876.

Em 1886 quando João Raimundo Silva e Cândida Prates da Silva adquiriram a sede da fazenda de Maria Tereza Barbosa de Jesus, a mesma usava um enorme e descomunal cadeado em sua porteira. Tornando-a fazenda do cadeado Bússola aos colonizadores de Dr. Pestana (1870) e Ijuí.
Passagem obrigatória desta região denominando inclusive de Serra do Cadeado. Após a morte de seu esposo manuel Moreira de Barros um dos fundadores de Cruz Alta (1822). Ao vender sua fazenda mudou-se para Lagoa Vermelha, e o casal Gabrielense permaneceu no Grande Cadeado. "Boa Vista", o povoado cresceu em uma bela colina que do alto,enxergava quilômetros de distância a paisagem era digina de uma "boa vista".
Nasce em 1920, Boa Vista do Cadeado. Em 1948 falece João Amaro na Boa Vista e João Raimundo no Cadeado, sem realizarem seu sonho de construir uma escola aos habitantes da vila. Iracema Lopes da Silva, em 1957, com a ajuda de seu genro Rosber Brandão concretiza o sonho construindo a primeira escola estadual em zona rural, "Escola Estadual Dr. João Raymundo".
Historicamente a área territorial da cidade foi fração de terras primitivas do Brasil imperial e Distrito mais antigo das missões. Sua tradição histórica foi marcada por lutas entre colonizadores portugueses e espanhóis, na disputa pelo continente. Sua conquista política na evolução história da expansão territorial portuguesa. A região dos pampas riograndenses, entre elas, o antigo território indígena aqui constituído, esteve presente em numerosos fatos e situações conflitantes entre portugueses e espanhóis, ainda antes do período colonial e, depois das frentes de expansaão e missões religiosas.
A despeito de ter sido um divisor de águas para as comunidades indígenas, somente o Tratado de Santo Idelfonso, efetivamente estabeleceu os limites aceitos ao de Madri, firmando com território português a região que hoje é chamada de Boa Vista do Cadeado.