Mostrando postagens com marcador igrejas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador igrejas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Jaguarão-RS - Enfermaria, Igreja e Ponte

ENFERMARIA

Foi construída em área doada pelo exército, em 1880, em estilo neoclássico, localizada no Cerro da Pólvora, para servir como enfermaria militar e, depois, como prisão para presos políticos. A construção foi comandada pelo capelão militar Carlos Soares, no mesmo ano e terminada em 1883. É considerado patrimônio Turístico tombado pelo IPHAE.
Localização: Cerro da Pólvora

Matriz do Divino Espirito Santo

Templo católico que começou a ser construído em 1847, em estilo barroco, sendo concluído em 1875, com altares de madeiras esculpidos à mão, possui belíssimos vitrais e um Parlatório em Mármore de Carrara. As imagens sacras datam da época de usa conclusão e algumas possuem o tamanho natural. Teve como 1º sacerdote o Pe. Joaquim Lopes Rodrigues.
Localização: Rua: Carlos Barbosa em frente a Praça Dr. Alcides Marques.


Ponte Internacional Barão de Mauá

Essa magnífica obra de engenharia que une o Brasil e o Uruguai, foi inaugurada em 31 de dezembro de 1930. Seu início deu-se no ano de 1927. Seu nome foi uma homenagem a Irineu Evangelista de Souza, o Visconde de Mauá, pela atuação como agente financeiro entre os dois países. A ponte mede 2.113, 86 cm de comprimento, sendo 276 m sobre o Rio Jaguarão, tendo 13 metros de largura. Na sua parte central existe uma via férrea (atualmente desativada devido ao peso que compromete suas estruturas), com duas bitolas, ladeada por duas faixas de 3 m cada uma, para veículos; as faixas possuem ao longo do comprimento, calçada para pedestres. Na construção da ponte trabalharam 6.215 operários de diversas nacionalidades.
UMA CURIOSIDADE: A histórica Ponte Mauá, que liga Jaguarão à cidade uruguaia de Rio Branco, não custou um centavo aos cofres do Império. A obra ficou como pagamento por uma dívida assumida no século XIX. Naquele tempo, o general argentino Juan Manuel de Rosas ameaçava a liberdade do recém emancipado Uruguai. Para auxiliar o país amigo, vários empréstimos foram concedidos por D. Pedro II. O Uruguai salvou-se, mas, em compensação, devia cinco milhões de pesos, em 1919. Para acertar as contas, as duas nações fecharam o “Tratado da Dívida”. Após três anos de obra, a dívida virou ponte.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Salvador-BA - Igreja do Bonfim

Entre os dias 30/01 e 06/02/2011, realizei um Cruzeiro Marítimo, pela MSC - Música, através da Agência Serra do Sul Turismo de Canguçu. Passeio Fantástico.
Embarque no navio no Rio de Janeiro, com destino a Maceió, incluindo paradas em Salvador e Ilhéus.
Aqui postarei momentos desta viagem e lugares históricos que conheci, incluindo algumas informações.

S A L V A D O R  -  B A H I A

IGREJA DO BONFIM

Monumento de Fé
Para o povo baiano, a Igreja do Bonfim é o maior centro da fé católica, e ainda daquelas que, pelo sincretismo, têm no local o ponto máximo da religião.
As imagens de Nosso Senhor do Bonfim e de Nossa Senhora da Guia vieram de Portugal para a Bahia, através do Capitão da marinha portuguesa Theodozio Rodrigues de Faria, chegando no dia 18 de abril de 1745, num domingo de Páscoa e ficando abrigadas na Igreja da Penha, edificada na ponta da península itapagipana, até 1754.

História
A imagem do Nosso Senhor do Bonfim foi trazida em razão de uma promessa feita pelo capitão-de-mar-e-guerra da marinha portuguesa, Theodózio Rodrigues de Faria, que, durante forte tempestade prometeu que se sobrevivesse traria para o Brasil a imagem de sua devoção. Assim, em 18 de abril de 1745, réplica da representação do santo existente em Setúbal foi trazida de Setúbal, terra natal do capitão, e abrigada na Igreja da Penha até o término da construção da Igreja do Senhor do Bonfim. Em 1754, a parte interna da Igreja do Senhor do Bonfim foi finalizada e as imagens transferidas para lá em procissão, onde foi celebrada missa solene.
A iluminação era feita através de lampiões até que em junho de 1862 foi implantada a iluminação pública, feita com lâmpadas de gás carbônico. As instalações elétricas realizadas em 1902 foram mantidas até 1998, quando a igreja foi restaurada.
A lavagem da Igreja teve início em 1773, quando os integrantes da "irmandade dos devotos leigos" obrigaram os escravos a lavarem a Igreja como parte dos preparativos para a festa do Senhor do Bonfim, no segundo domingo de janeiro, depois do Dia de Reis. Com o tempo, adeptos do candomblé passaram a identificar o Senhor do Bonfim com Oxalá. A Arquidiocese de Salvador, então, proibiu a lavagem na parte interna do templo e transferiu o ritual para as escadarias e o adro. Durante a tradicional lavagem as portas da Igreja permanecem fechadas durante a lavagem - as baianas despejam água nos degraus e no adro, ao som de toques e cânticos africanos.
É uma das mais tradicionais igrejas católicas da cidade, dedicada ao Senhor do Bonfim, padroeiro dos baianos e símbolo do sincretismo religioso da Bahia
Foi erguida a partir de 1745, ano em que chegaram as imagens do Senhor Jesus do Bonfim e de Nossa Senhora da Guia, trazidas de Portugal pelo capitão Theodózio Rodrigues de Faria, estando concluída em 1772.
Em 1923, por razão das comemorações pela Independência da Bahia, foi composto o Hino ao Senhor do Bonfim, de autoria do poeta Arthur de Salles e João Antônio Wanderley. Este hino tornou-se muito popular na Bahia até os dias atuais.

Arquitetura
Construída em estilo neoclássico com fachada em rococó, essa típica igreja colonial portuguesa possui duas torres sineiras laterais. A Igreja do Bonfim de Salvador chama a atenção por suas dimensões e pela posição de destaque na elevação onde foi instalada.